A Meta anunciou em 9 de julho a liberação da versão aprimorada Muse Spark 1.1 para desenvolvedores nos Estados Unidos, marcando sua entrada oficial na disputa com OpenAI e Anthropic. A empresa passa a oferecer acesso ao modelo de inteligência artificial por meio da Meta Model API, com cobrança baseada no consumo de tokens.
Capacidades e usos do Muse Spark 1.1
Segundo a Meta, o Muse Spark 1.1 foi projetado para executar tarefas complexas com menor intervenção humana. Entre as funções destacadas estão:
- Escrita e depuração de código em múltiplas linguagens;
- Integração com softwares e ferramentas externas;
- Compreensão de texto, imagem e vídeo;
- Realização de fluxos de trabalho com várias etapas.
O modelo havia sido apresentado em abril em uma prévia privada, e agora chega ao público como parte da estratégia da Meta de avançar rumo a uma “superinteligência pessoal”.
Disponibilidade e condições de uso
Em publicação no X, o CEO Mark Zuckerberg ressaltou o objetivo de oferecer “modelos agênticos e multimodais robustos a um custo muito baixo”.
Estratégia de precificação
A Meta definiu as tarifas em US$ 1,25 por milhão de tokens de entrada e US$ 4,25 por milhão de tokens de saída. Esses valores se posicionam acima das opções de entrada da OpenAI (GPT-5 mini) e da Anthropic (Claude Haiku 4.5), mas abaixo do Claude Sonnet 4.6, da Anthropic.

Imagem: Imagem ilustrativa
Integração com produtos Meta
Além da API, o Muse Spark 1.1 será incorporado ao modo Thinking do app Meta AI e à versão web da plataforma. A Meta informou que o novo modelo substituirá gradualmente as instâncias do Llama usadas em chatbots no WhatsApp, Instagram, Facebook e nos óculos inteligentes da empresa.
Sequência de lançamentos
O anúncio do Muse Spark 1.1 ocorre dias após a Meta apresentar o Muse Image, seu primeiro modelo de geração de imagens, que amplia as ferramentas de criação de conteúdo em seu ecossistema de aplicativos.
Com informações de Olhardigital



