A Meta anunciou o fim de seu vínculo com a startup de inteligência artificial Manus depois que autoridades chinesas bloquearam a compra da empresa por US$ 2 bilhões. A decisão ocorre na esteira de restrições regulatórias impostas pela China, que vetou o negócio alegando riscos à segurança nacional ao envolver tecnologia norte-americana.
Segundo reportagem da Bloomberg, a gigante de Mark Zuckerberg já removeu todos os sistemas e ferramentas de IA fornecidos pela Manus em suas plataformas internas. Funcionários deixaram de ter acesso aos recursos desenvolvidos pela startup, e a desintegração completa dos laços entre as companhias está em andamento nos bastidores.
Processo de desmembramento
Posicionamento dos investidores
O bloqueio chinês à aquisição levantou dúvidas sobre o futuro de startups locais que firmam parcerias com companhias estrangeiras de tecnologia. Analistas de mercado observam que o episódio pode desencorajar investimentos bilaterais e intensificar a corrida por soluções de inteligência artificial desenvolvidas dentro da China.
Até o momento, a Meta não comentou oficialmente sobre o impacto financeiro da medida, nem detalhou se buscará alternativas para reforçar sua atuação em IA após o desfecho da separação com a Manus.

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Com informações de Tudocelular
