O WinRAR lançou nesta semana a versão 7.23 e, em uma publicação bem-humorada nas redes sociais, agradeceu aos usuários que adquiriram recentemente a licença do software.
O utilitário, criado em 1995 pela RarLab, é voltado principalmente para compactação no formato RAR, mas também oferece suporte a ZIP, CAB, TAR, Gzip e outros padrões de compressão. Apesar de ser distribuído como shareware, o programa mantém todas as funcionalidades mesmo após o período de avaliação expirar.
O modelo de licenciamento do WinRAR permite uso gratuito por até 40 dias. Após esse prazo, o usuário deve pagar R$ 179,90 (sem descontos) para continuar usufruindo do software sem notificações. A RarLab também oferece um pacote opcional de R$ 26,90, que inclui atualização garantida e suporte premium por um ano.
É justamente esse funcionamento ininterrupto, mesmo sem licença paga, que gera piadas e memes há anos. A cada abertura do programa depois do prazo de teste, surge apenas um lembrete de pagamento, mas todas as ferramentas seguem operando normalmente.
Em 30 de junho de 2026, a conta oficial do WinRAR no X (antigo Twitter) publicou:
“Thanks to all of your recent payments, we’ve been able to develop a new version! WinRAR has just released the new, shiny, version 7.23!”
Na tradução livre, a empresa agradeceu aos poucos compradores e anunciou o lançamento do novo build.
Imagem: Imagem ilustrativa
Detalhes da versão 7.23
Diferente de edições anteriores que trouxeram recursos visuais ou de desempenho, o update 7.23 não adiciona funcionalidades inéditas. Segundo a RarLab, o foco foi corrigir vulnerabilidades de segurança, atualizar bibliotecas e aprimorar comandos em linha de comando.
A publicação no X gerou centenas de interações. Entre as respostas, internautas perguntaram se haveria festa ao primeiro pagamento do ano que vem, se a RarLab aceitaria novos compradores e qual seria a frequência de lançamentos, sempre recebendo respostas no mesmo tom descontraído.
Com isso, o WinRAR reforça sua reputação de programa essencial para compressão, que permanece acessível a todos, mas também brinca com o fato de poucos usuários optarem pela compra da licença.
Com informações de Tecnoblog

