O modelo, anunciado como o mais avançado da marca, chamou a atenção do mercado por trazer recursos de fotografia móvel desenvolvidos em parceria com a Leica, além de componentes de hardware de última geração. O foco em câmeras potentes e tecnologias inovadoras era o principal diferencial do 18 Ultra.
De acordo com as informações que vazaram, a crise global de chips teria impactado diretamente o cronograma de produção do dispositivo. A escassez de semicondutores em nível mundial tem pressionado montadoras de eletrônicos a reavaliar lançamentos e priorizar entregas de linhas de produto já consolidadas.
Profissionais ligados ao projeto afirmam que a escassez de peças essenciais para montagem do chipset e de outros componentes críticos tornou inviável manter o ritmo de desenvolvimento previsto inicialmente. Com isso, a Xiaomi teria interrompido a fase de testes e se reunido com fornecedores para avaliar o cenário nos próximos meses.
O cancelamento ou adiamento do Xiaomi 18 Ultra também levanta dúvidas sobre a estratégia da empresa para o segmento high-end. Caso a suspensão seja confirmada, a linha Ultra pode ficar um período sem atualização, abrindo espaço para concorrentes como Samsung e Apple consolidarem ainda mais suas posições entre consumidores interessados em fotografia avançada.
A fabricante ainda não se posicionou oficialmente sobre o tema. Até o momento, resta aguardar um comunicado que esclareça se o projeto será retomado assim que houver normalização no fornecimento de semicondutores ou se de fato o Xiaomi 18 Ultra deixará de existir.

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O cenário exemplifica os desafios enfrentados por montadoras de smartphones em meio à disputa por matérias-primas essenciais, que pressionam a indústria global em todas as faixas de preço.
Com informações de Tudocelular
