Autoridades chinesas discutiram em julho de 2026 a imposição de restrições ao acesso de usuários estrangeiros a modelos de inteligência artificial desenvolvidos por empresas nacionais, como Alibaba, ByteDance e a startup Z.ai. As reuniões, lideradas pelo Ministério do Comércio, tiveram como objetivo assegurar a proteção de tecnologias proprietárias e conter eventuais vazamentos ou roubos de algoritmos sensíveis.
Escopo das limitações
Investimentos e controle de capital
Discussão jurídica e medidas propostas
Em maio de 2026, especialistas em Direito discutiram propostas para regular modelos de IA de fronteira, sugerindo o registro de ferramentas de código aberto, revisões de segurança para tecnologias de ponta e até a proibição de lançamentos públicos não autorizados. Essas recomendações podem servir de base para a elaboração final da política de controle estatal sobre a inteligência artificial.
IA no tabuleiro geopolítico
No cenário internacional, em junho de 2026 os Estados Unidos restringiram o acesso de estrangeiros aos modelos Fable e Mythos, da Anthropic, após identificarem vulnerabilidades que permitiriam um “jailbreak” permitindo usos maliciosos. O Fable foi reaberto ao público geral depois de ajustes, mas o Mythos permanece acessível apenas a instituições norte-americanas envolvidas no projeto Glasswing.
Em resposta, companhias chinesas como a Alibaba proibiram seu quadro de funcionários de usar o Claude Code, da Anthropic, por suposto rastreamento de dados, e o governo barrara anteriormente a venda da startup Manus à Meta, reforçando a aposta na segurança nacional como prioridade.

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Com informações de Tecnoblog


