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17/05/2026: Google altera limites de uso do Gemini para cota computacional

Usuários do assistente de inteligência artificial Gemini, do Google, passaram a relatar em 17/05/2026 mudanças significativas na forma de cálculo dos limites de uso da plataforma. Até então baseados apenas no número de mensagens enviadas, os tetos passaram a considerar o “uso computacional” de cada interação, gerando bloqueios em questão de minutos mesmo após poucas solicitações.

O que mudou nos limites do Gemini

Segundo a página de suporte do Google, o Gemini agora avalia a complexidade de cada prompt, o modelo acionado, os recursos usados e o tamanho do histórico de conversas para definir o consumo de cota. As cotas são renovadas a cada cinco horas e há também um teto semanal. A alteração entrou em vigor em 17 de maio de 2026, segundo comunicado oficial.

Motivos para bloqueios mais rápidos

O novo método de medição leva em conta três fatores principais: a complexidade dos prompts, o volume de histórico no chat e o uso de recursos avançados. Perguntas curtas e diretas consomem pouca cota, enquanto conversas longas com anexos (como PDFs, imagens ou códigos) e recursos como Deep Research ou geração multimodal podem esgotar a cota rapidamente.

Critérios de consumo no novo modelo

O Google detalha que cada tipo de uso impacta de forma diferente:

  • Perguntas simples: baixo consumo.
  • Conversas extensas: consumo médio a alto, por exigir processamento de contexto.
  • Upload de arquivos: alto consumo, pois o sistema interpreta conteúdos adicionais.
  • Códigos e cálculos: alto, por necessitar de raciocínio técnico.
  • Deep Research e busca aprofundada: muito alto, devido a múltiplas etapas de consulta.
  • Geração de imagens ou vídeos: muito alto, pela demanda de recursos computacionais.

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Razões da mudança e impacto para o usuário

A adoção do modelo baseado em cota computacional atende a demandas econômicas: tarefas mais complexas exigem maior infraestrutura de servidores, manutenção e energia. No entanto, a falta de transparência na métrica gerou insatisfação, já que muitos usuários não conseguem prever quanto cada interação consome.

Imagem: Imagem ilustrativa

Como evitar limites rápidos

Algumas práticas podem ajudar a reduzir o consumo:

  1. Abrir um novo chat quando o assunto mudar.
  2. Evitar anexar arquivos desnecessários.
  3. Dividir tarefas extensas em partes menores.
  4. Usar Deep Research apenas quando estritamente necessário.
  5. Resumir o contexto em vez de manter todo o histórico.

Para quem utiliza o Gemini em trabalho ou estudos, a nova regra altera a forma de planejar as interações, uma vez que o limite não é mais contado por mensagem, mas pelo custo computacional de cada atividade.

Com informações de Arevista

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Robson Lemes

Robson Lemes é especialista em tecnologia e criador de conteúdo focado em inovação, robótica e inteligência artificial. Como editor do Tecnologia Top, é responsável por trazer análises diárias e notícias de última hora sobre o mundo digital, sempre prezando pela precisão técnica e pelas diretrizes de transparência do jornalismo tecnológico.

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